Soneto do Amor Maior

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Havia uma saudade tão estranha,
Que eu nunca soube bem de onde vinha,
Não sei se esta saudade era só minha,
Mas hoje já não mais me acompanha.
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Meu Deus, que eu creio tanto, mas não via,
Fez peso nesta cruz que eu carregava,
Eu fraco, de joelhos, só sangrava,
A aos céus, misericórdia, eu pedia.
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Então, como num sonho, tão bonito,
Um anjo apareceu na minha frente,
E olhou além das marcas, da ferida:
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O amor que então surgiu foi infinito,
Que est’alma então sorriu alegremente,
E noutra se juntou por toda a vida.
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#byLupo

Entenda este soneto da mesma forma que eu clicando aqui.

3 comentários:

Reflexo d Alma disse...

Ai ai...
adoro.
Bjins entre sonhos e delírios

Ly disse...

Me emociono como se o estivesse lendo pela primeira vez.

"e noutra se juntou por toda a vida"

silvioafonso disse...

.

A religião e a ciência conflitam
entre achar e provar.
Eu conflito por não saber provar
o que acho.

silvioafonso.




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