Soneto do Pedido de Inocência

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Foi um tempo que deixou muita saudade
Todos juntos brincando na calçada
O tijolo, o cachorro, a molecada,
Tão crianças, não tínhamos maldade.
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Hoje em dia é tão tudo diferente,
Que a inocência perdeu o seu sorriso,
A criança logo cresce, sem aviso,
E se torna uma vítima inocente.
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Peço a mãe de Jesus, Nossa Senhora,
Que interceda por esses pequeninos,
Pra que o tempo não pule sua aurora.
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Neste dia especial para os bambinos,
É um homem criança quem lhe implora:
Que os livre dos nossos desatinos.
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#byLupo
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Desejo que todas as crianças nunca percam sua inocência. Desejo o mesmo para os adultos.

5 comentários:

A poesia prevalece!! disse...

'e o pior que é verdade as crianças de hoje não sabem o que é ser "criança" de verdade,td tornou se futilidade as meninas trocaram a boneca pela maquiagem e a roupa curta ah e tbm o salto alto ¬¬,e eles o peão e a pipa por gel no cabelo e palavras de ofensas...
QUe Nossa Senhora os mostre a verdadeira essência do ser criança pois é tudooooo de booom e passa muito rapido!!

Reflexos Espelhando Espalhando Amig disse...

Bom dia Lupo,
como o Espelhando
tem objetivo d ereun ir amigos,e bom lembrarmos que as crianças sabem perfeitamente ser o modelo pra nós todos, pois sempre estão dispostas a estarem juntas de
uma forma que em poucos minutos passam a impressão de que sempre se conheceram;
apesar daquele ser o primeiro tempo juntas.
Depois no Reflexo ,vou falar sobre a flor que encontrei ontem na Novo Rio.
Bjins pra voce Lupo querida criança nossa.

Talles Azigon disse...

ah meu amigo e eu que falava com Catiaho que para completar nossas escolas são fábricas de operários a infância e a poesia que são irmãs, estão ameaçadas

Maria Helena disse...

"Pra que o tempo não pule sua aurora" Meu amigo, que verso maravilhoso! Que signigicado está nas entrelinhas desse privilegiado pensamento. Amo seu estilo de escrever. De uma forma leve você fala de sentimentos profundos! Parabéns!

silvioafonso disse...

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Eu não sou novo, mas velho
muito menos.
Sou ancião de pouco tempo,
prematuro da longevidade.
Eu fui a borboleta que não
viu casulo.
Sou o germe que o sapo não
comeu.
Sou a lua no meio da chuva,
fui o sol que escureceu.

silvioafonso
Mais Palhaço que poeta




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